Passear de eléctrico em Lisboa é coisa que eu não fazia há muitos anos.
Tudo começou no largo da Graça, apanhámos o 28 para os Prazeres. Ao entrar tentei comprar o bilhete com uma nota de 20€, diz logo o guarda freio (condutor) "uma nota dessas para comprar um bilhete", e então? respondi eu, "olhe dou-lhe o troco todo em moedas de 10 cêntimos ou passo-lhe um papel para ir levantar o troco nas nossas instalações...", ok, lá me pagaram o bilhete e seguimos viagem.
O conforto não é uma das atracções, os sulavancos são constantes e, é bom é ir à janela para desfrutar da paisagem das ruas e dos bairros lisboetas.
As pessoas que percorriam esta viagem eram de várias origens: franceses, espanhóis, holandeses, etc... A multiculturiedade estava bem presente que por momentos me esqueci que andava a passear em Lisboa.
A tradicional publicidade à boa portuguesa, a aguçar o apetite para uma patanisca de bacalhau, um traçado de vinho tinto com seven-up e uma boa desgarrada.
Chegada ao nosso destino, Teatro São Luis ao pé do chiado.
O ambiente que vivemos neste pequeno e simbólico passeio, deixou-me com vontade de repetir e talvez até passar um dia a fazer os diversos percursos disponíveis.
Lisboa é sem dúvida das cidades europeias com mais mística e potencial turístico.